• As mulheres e o sexo oposto


    Danilo Angrimani

    Nesse 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a data será lembrada com carinho. Empresas entregam mimos para funcionárias e clientes. Lojas e restaurantes oferecem rosas e agrados a suas frequentadoras. É um dia que cheira a perfume e é pleno de gestos de boa vontade, direcionados à metade da população mundial. Um raro dia de trégua na eterna guerra entre os sexos.
    Nada comparado com o que a gente vê no dia a dia. Lembro daquele sujeito metido a galã que deu em cima de uma garota no bar da moda, oferecendo-lhe um whisky made in Pirassununga. A moça, indignada com o atrevimento (ou a dureza) do tipo, bateu de chapa: “Se você fosse meu marido, eu colocava veneno aí dentro”. E o galã respondeu também de voleio: “E se você fosse minha mulher, eu tomava”.
    Dizem que homens e mulheres pertencem a planetas diferentes. Devem mesmo ser. A esposa, insatisfeita com o comparecimento do marido nas obrigações conjugais, vestiu uma lingerie sensual e transparente para recepcioná-lo, quando ele voltasse do trabalho. O marido entrou em casa e ouviu a oferta irrecusável: “Me leva pra cama, me amarra e faz que você quiser”. Ele a levou mesmo para a cama. Prendeu-a direitinho e foi correndo assistir um jogo de futebol.
    Outro marido, querendo fazer uma surpresa no aniversário da mulher, ligou para a doceira e encomendou um bolo. Explicou para o confeiteiro como ele queria a mensagem na forma de glacê colorido, que deveria dizer: “Você fica mais velha e cada vez melhor”. O confeiteiro disse que a frase não caberia toda e perguntou o que ia em cima e em baixo. Paciente, o marido deu os detalhes. Quando o bolo chegou em casa, a frase dizia: “Você fica mais velha em cima; e cada vez melhor embaixo”.